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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Bom ano letivo 2014/15

Os professores de EMRC do Agrupamento de Escolas de Vilela desejam a toda a comunidade educativa um bom ano letivo. E divirtam-se...

Para os alunos: Força, tu podes ser o que quiseres. Basta acreditar, arregaçar as mangas e começar a trabalhar.






 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

EMRC? Para pensar um pouco.

Estamos em tempo de matrículas dos alunos para o próximo ano escolar. Na escolha das disciplinas, impõe-se que os pais procurem para os filhos não apenas uma educação técnica, mas uma educação integral.
Os próprios teóricos da educação têm vindo a reclamar essa dimensão educativa. Por isso apresentamos um apelo do Director do Secretariado do Ensino da Igreja das Escolas que alerta para essa necessidade. Dos seus efeitos formativos e de optimismo para a vida, falam os encontros como aquele que reuniu milhares de jovens no Porto, como se testemunhava no número passado.

Ide e ensinai! A Igreja, comunidade dos discípulos, não pode ignorar a sua missão de Mãe e de Mestra. Dentro do seu vasto campo de «ensino», gostaria de chamar a atenção para a Educação Moral e Religiosa Católica. A Disciplina de EMRC funciona no mundo escolar, e não tem em vista fazer discípulos, mas sobretudo em dar aos alunos a possibilidade de conhecer, com mais rigor, a visão, as propostas e as respostas, que o cristianismo oferece, quanto ao sentido da vida e do mundo, confrontando-as também com as de outras religiões e formas de ser, de viver e de pensar. Mais dirigida à compreensão do que à conversão, apelando mais à inteligência do que ao coração, a disciplina de EMRC há-de ajudar os alunos a fazer uma síntese razoável entre a ciência e a fé, entre a fé e a cultura. Pelo que exorto os pais, e vivamente, a não desperdiçarem esta oportunidade de educação integral dos vossos filhos, em que a dimensão religiosa e espiritual da pessoa e da cultura em que vivemos é mais amplamente conhecida, apreciada, respeitada e valorizada. Lembro que a EMRC é uma área disciplinar, de oferta obrigatória e de frequência facultativa, nas escolas públicas, desde o 1.º ciclo até ao ensino secundário. A matrícula deve ser feita ou renovada em cada ano lectivo. 
Caríssimos pais, e a todos os que podem ter uma palavra oportuna de clarificação e ajuda, gostaria de vos dizer: Num tempo como o nosso, em que vivemos uma tão profunda crise, que denuncia, na sua raiz, um vazio ético, isto é, uma clara falta de valores, fazei vós próprios uma opção corajosa pela disciplina de EMRC, inscrevendo nela os vossos filhos! Não lhes abram caminho a tempos livres, em passos perdidos. Ao escolher EMRC na Escola pública, os pais abrem, sim, na vida dos filhos, uma porta, que lhes oferece novos horizontes, para construir a vida e fazer dela um percurso com sentido, alicerçados em valores, orientados por princípios, que a tornam muito mais humana e ainda mais bela! Não vos canseis, nem desistais nunca da vossa nobre missão de primeiros educadores, escolhendo o melhor para eles e com eles!

António Madureira
Texto retirado daqui.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Felicidade e sentido da vida!

Qual o sentido da vida?
Qual a razão de algumas pessoas terem dinheiro e não felicidade e alegria?

Um filme que aborda de uma forma genial o tema do sentido da existência humana e o conceito de felicidade e realização pessoal.
Vale a pena ver...

sexta-feira, 28 de março de 2014

Família, Comunidade de Amor

Um pequeno Prezi que aborda o conceito de família. Um recurso para a Unidade Letiva 3 do 6º ano: Família, Comunidade de Amor.

terça-feira, 11 de março de 2014

Os Croods

Aqui fica a partilha do filme que serviu de recurso para o estudo da Unidade Letiva 3 - Família, Comunidade de Amor. Boa sessão de cinema. 

segunda-feira, 3 de março de 2014

A água, fonte de vida

Na Unidade Letiva 2, estudamos o significado e as implicações da água na vida do Homem, desde a vida quotidiana à religião e de todos os seres vivos que partilham connosco este maravilhoso planeta que é de todos.
Aqui ficam os recursos usados nas aulas das turmas de 5º ano para consulta.

O Ciclo da Água

O Aquecimento Global

Higiene e Saúde

O PowerPoint

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

A Pequena Vendedora de Fósforos

Era véspera de Natal. Fazia um frio intenso; já estava escurecendo e caía neve. Mas a despeito de todo o frio, e da neve, e da noite, que caía rapidamente, uma criança, uma menina descalça e de cabeça descoberta, vagava pelas ruas. Ela estava calçada quando saiu de casa, mas os chinelos eram muito grandes, pois eram os que a mãe usara, e escaparam-lhe dos pezinhos gelados quando atravessava correndo uma rua para fugir de dois carros que vinham em disparada. Não pôde achar um dos chinelos e o outro apanhou-o um rapazinho, que saiu correndo, gritando que aquilo ia servir de berço aos seus filhos quando os tivesse.
A menina continuou a andar, agora com os pés nus e gelados. Levava no avental velhinho uma porção de pacotes de fósforos. Tinha na mão uma caixinha: não conseguira vender uma só em todo o dia, e ninguém lhe dera uma esmola — nem um só cêntimo. Assim, morta de fome e de frio, ia-se arrastando penosamente, vencida pelo cansaço e desânimo — a imagem viva da miséria. Os flocos de neve caíam, pesados, sobre os lindos cachos louros que lhe emolduravam graciosamente o rosto; mas a menina nem dava por isso. Via, pelas janelas das casas, as luzes que brilhavam lá dentro. Sentia-se na rua um cheiro bom de pato assado — era a véspera de Natal — isso sim, ela não esquecia. Achou um canto, formado pela saliência de uma casa, e acocorou-se ali, com os pés encolhidos, para abrigá-los ao calor do corpo; mas cada vez sentia mais frio. Não se animava a voltar para casa, porque não tinha vendido uma única caixinha de fósforos, e não ganhara um vintém. Era certo que levaria algumas lambadas. Além disso, em sua casa fazia tanto frio como na rua, pois só havia o abrigo do telhado, e por ele entrava uivando o vento, apesar dos trapos e das palhas com que lhe tinham tapado as enormes frestas. Tinha as mãozinhas tão geladas… estavam duras de frio. Quem sabe se acendendo um daqueles fósforos pequeninos sentiria algum calor? Se se animasse a tirar um ao menos da caixinha, e riscá-lo na parede para acendê-lo… Ritch!. Como estalou, e faiscou, antes de pegar fogo! Deu uma chama quente, bem clara, e parecia mesmo uma vela quando ela o abrigou com a mão. E era uma vela esquisita aquela! Pareceu-lhe logo que estava sentada diante de uma grande estufa, de pés e maçanetas de bronze polido. Ardia nela um fogo magnífico, que espalhava suave calor. E a meninazinha ia estendendo os pés enregelados, para aquecê-los, e… tss! Apagou-se o clarão! Sumiu-se a estufa, tão quentinha, e ali ficou ela, no seu canto gelado, com um fósforo apagado na mão. Só via a parede escura e fria. Riscou outro. Onde batia a luz, a parede tornava-se transparente como um véu, e ela via tudo lá dentro da sala. Estava posta a mesa. Sobre a toalha alvíssima via-se, fumegando entre toda aquela porcelana tão fina, um belo pato assado, recheado de maçãs e ameixas. Mas o melhor de tudo foi que o pato saltou do prato, e, com a faca ainda cravada nas costas, foi indo pelo assoalho direto à menina, que estava com tanta fome, e…
Mas — o que foi aquilo?
No mesmo instante acabou-se o fósforo, e ela tornou a ver somente a parede nua e fria na noite escura. Riscou outro fósforo, e àquela luz resplandecente viu-se sentada debaixo de uma linda árvore de Natal! Oh! Era muito maior e mais ricamente decorada do que aquela que vira, naquele mesmo Natal, ao espiar pela porta de vidro da casa do negociante rico. Entre os galhos, milhares de velinhas. Estampas coloridas, como as que via nas vitrinas das lojas, olhavam para ela. A criança estendeu os braços diante de tantos esplendores, e então, então… apagou-se o fósforo. Todas as luzinhas da árvore de Natal foram subindo, subindo, mais alto, cada vez mais alto, e de repente ela viu que eram estrelas, que cintilavam no céu. Mas uma caiu, lá de cima, deixando uma esteira de poeira luminosa no caminho.
 — Morreu alguém — disse a criança.
Porque sua avó, a única pessoa que a amara no mundo, e que já estava morta, lhe dizia sempre que, quando uma estrela desce, é que uma alma subiu para o céu. Agora ela acendeu outro fósforo; e desta vez foi a avó quem lhe apareceu, a sua boa avó, sorridente e luminosa, no esplendor da luz.
 — Vovó! — gritou a pobre menina. Leva-me contigo… Já sei que, quando o fósforo se apagar, tu vais desaparecer, como sumiram a estufa quente, o pato assado e a linda árvore de Natal!
E a coitadinha pôs-se a riscar na parede todos os fósforos da caixa, para que a avó não se desvanecesse. E eles ardiam com tamanho brilho, que parecia dia, e nunca ela vira a vovó tão grandiosa, nem tão bela! E ela tomou a neta nos braços, e voaram ambas, em um halo de luz e de alegria, mais alto, e mais alto, e mais longe… longe da Terra, para um lugar, lá em cima, onde não há mais frio, nem fome, nem sede, nem dor, nem medo, porque elas estavam, agora, no céu com Deus. A luz fria da madrugada achou a menina sentada no canto, entre as casas, com as faces coradas e um sorriso de felicidade. Morta. Morta de frio, na noite de Natal. A luz do Natal iluminou o pequenino corpo, ainda sentado no canto, com a mãozinha cheia de fósforos queimados.
— Sem dúvida, ela quis aquecer-se — diziam.
 
Mas… ninguém soube que lindas visões, que visões maravilhosas lhe povoaram os últimos momentos, nem com que júbilo tinha entrado com a avó nas glórias do Natal no Paraíso.
 
escrito por Hans Christian Andersen
 

Deus, o Grande Misério (UL2 - 9º Ano)

Nesta Unidade Letiva, levantamos a questão sobre a existência de Deus. A questão de Deus é uma questão humana fundamental. De uma forma ou de outra, todas as pessoas, questionando-se sobre si mesmas, sobre o sentido das suas vidas, acabam por levantar a questão de Deus.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Unidade Letiva 2: As Religiões Abraâmicas

Os descendentes de Abraão guardaram e cultivaram a fé num só Deus ao longo dos tempos e originaram as três religiões monoteístas: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo. Todas acreditam num Deus único, reconhecem em Abraão o primeiro crente e por isso se chama religiões Abraâmicas, fundadas na revelação de Deus àquele que é o pai dos crentes.

O Judaísmo
Islamismo
Cristianismo

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Não Confundas o Amor Com o Delírio da Posse

Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. Por eu amar a Deus, meto-me a pé pela estrada fora, coxeando penosamente para o levar aos outros homens. E não reduzo o meu Deus à escravatura. E sou alimentado com o que ele dá a outros. Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca. 

Antoine de Saint-Exupéry, in "Cidadela"

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Ser Feliz.

Um bom fim de semana a toda a comunidade educativa do nosso agrupamento de escolas.
Sejam felizes e façam alguém feliz.
Divirtam-se!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Unidade Letiva 1: Caminhar em Grupo

O Decálogo e a sua importância para o povo Hebreu, nas suas relações com Deus, com os outros, com os bens dos outros e com eles próprios.

Unidade Letiva 1 - A Dignidade Humana

Um breve resumo dos conteúdos da Unidade Letiva 1 - A Dignidade Humana do 9º ano.



quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Unidade Letiva 2: Cristianismo: Unidade e Diversidade.

Separação (Cisma) entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa

Separação entre a Igreja Católica e a Igreja Protestante